terça-feira, 30 de março de 2010

Antiga Intendência de Macapá

Nada de novo. Só mais uma imagem do que foi a Intendência de Macapá, Rua Mario Cruz, nos tempos idos de 50~60. Nenhuma técnica em especial, só nanquim e lápis de cor escolar. Para os colecionadores de imagem históricas sobre o Amapá. O original já está bem danificado, mas dá para visualizar. Rio (RJ), 0882.

quinta-feira, 25 de março de 2010

ex-governador Anibal Barcelos (agh! que nojo)

Alguém aí sabe de quem se trata? Foi um déspota, ditador, saqueador que por aquí (Macapá - Amapá) passou. Se hoje não têm mais a Praça Veiga Cabral com nossas tão espetaculares festas profanas, o lugar dos circos, parques, entre outras, culpa dele, se não temos mais o tão magestoso Macapá Hotel, o farol da Fortaleza, (diziam até que ele queria tirar a Igreja de S. José do meio da rua) o resultado limpo e transparente do concurso da bandeira do Amapá, das indenizações das vítimas do Novo Amapá. Tá bom! São tantas horrorosidades cometidas que prefiro esquecer. Esta caricatura (charge) foi feita ainda quando morava em Macapá (0985), já não me lembro o recado que quiz dar, mas taí. Para os que não o conhecem é o ex-governador Anibal Barcelos (agh! que nojo) e ainda tem quem goste e o defenda (amapaense da gema certamente não é).
Diniz

quarta-feira, 24 de março de 2010

Carteira do Colégio Amapaense - 1977

Alguém aí ainda tem uma dessa, a minha esta aquí, assinada pelo Prof. Aldeobaldo.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Homenagem ao GLAUCO

Homenagem a Glauco Villas-Boas

E o GLAUCO me fez voltar a desenhar. Cartunista que nunca fui porque nunca publiquei, voltei ao traço: comprei pena, pincel, lápis de cor e aquarela (escolar mesmo) e num papel de reprografia (por isso a má qualidade), no trabalho, tentando seguir seus traços e de seus personagens, fiz minha homenagem ao "colega" GLAUCO. Não ficou tão bem como desejei mas valeu pela intenção. Glauco tinha minha idade, era de ´57. Fiquem com a paz Glauco e Raoni.
Diniz

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Carnaval no Santana em 83

Mesmo estudando no Rio de Janeiro (81/85), vinha sempre à Macapá passar o carnaval, e [sempre] decorava no clima desta grande festa as sedes dos clubes. Desde 78 já fazia isso, foi o caso do Independente, em Santana (duas vezes); em 80 fomos para Serra do Navio, Eu e meu amigo BOLÃO (garrafais porque Ele merece, Waldemir Gouveia Rodrigues, filho do professor Waldir Lira Rodrigues, diretor "temporário" - porque passou muito tempo, do Colégio Castelo Branco, decorar o Manganês Esporte Clube (lembranças do Sr. Bilóca (chefe da cozinha da ICOMI na Serra), pai do José da Silva Picanço (Alcino), também meu amigão. Fiz outras. Em 83 foi a vez do Santana Esporte Clube (foto) com a participação [sempre] do Bolão e desta vez com a ajuda extra do primo Paulo Roberto Matos (filho de Francisco Hermógenes Matos, marido da Profa. Dayse, trabalhava da DP – Divisão de Produção). A foto mostra o croqui da porta de entrada do clube. Entre outros, fiz o desenho do “abadá” dos blocos “Saci Pererê” e do “Mancha Negra”. E por lá, foi...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Elaine Araújo

Em 1974 a Elaine Araújo (foto), filha de Raimundo Nonato Araújo Filho (ex-Representante do T.F. Amapá em Belém) e Elimar, candidatou-se ao concurso Miss Amapá, daquele ano, pelo Amapá Clube. Em Macapá, nos tempos áureos, moravam na Av Mendonça Furtado, casa do canto em frente à antiga Radional (ex-Casa do Indio - não existe mais) Tem um irmão de nome Ricardo é neta do Cap Euclides (aquele da Piscina Territorial). Não sei mais que isso, mas vale conferir.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Um pouco do Amapá, que fiz (3)

A Bandeira do Amapá (1985)
No inicio dos anos 80 fui para o Rio (81) aventurar novos horizontes, mas nunca ficava por lá o ano todo, durante minhas férias, sempre voltava pra cá (Macapá). Mantendo contanto com os amigos e colegas. Numa dessas estadas fui avisado (83) pela Mariângela Marinho (Mário) sobre o Concurso público nacional de criação dos símbolos do Estado do Amapá. Participei com bandeira e escudo. Famigerado concurso, até hoje não resta vestígios do material concorrente (estranho). Continuei próximo do assunto e entre 85 e 86 fui "escolhido" a desenvolver os mesmos - bandeira e brasão. Era meu contato com a Secretaria de Cultura o Prof. Adeobaldo. A concepção não foi totalmente minha, houve muita conversação para chegarmos num consenso. A bandeira acima, as listras vermelho-branco-vermelho, correspondem à bandeira usada pelo Triunvirato (1894) – nada com a bandeira atual do Pará, com foi especulado por muitos. Há muito do que dizer a respeito, mas fica para breve...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Acampamento Escoteiro na AMAN (Rio, 83)

Fui escoteiro desde lobinho, do Grupo Escoteiro São José do chefe 91 a chefe nos anos 77 a 80 no Grupo Veiga Cabral do Laguinho, “capitaneado” pelo bom amigo Alceu Filho. Participei do 5 ANEI (Acampamento Nacional Escoteiro da Integração) na sede campestre do SESI em Belém (78). Quando morei no Rio conheci um lobinho próximo de casa (Catumbi) que me convidou para visitar seu grupo no Clube Militar no Parque Lage, Grupo Escoteiro Gal Castelo Branco. Fiz amigos e fui novamente convidado a participar de um passeio escoteiro até a Academia Militar das Agulhas Negras, AMAN, em Resende (12 a 15.11.83). O acampamento foi na Granja Santa Maria que fica dentro da área da AMAN. Ficamos uns quatro dias e visitamos toda a Academia. Naquele momento Eu não possuía nenhuma máquina fotográfica, mas nem precisava pois levei minha pena, nanquim e papel e reproduzi várias vistas do acampamento. A que estou mostrando é só uma delas.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Um pouco do Amapá, que fiz (2)

O Brasão do Amapá.


Um pouco do Amapá, que fiz (1)

O Brasão do Amapá (construção).


No inicio dos anos 80 fui para o Rio (81) aventurar novos horizontes, mas nunca ficava por lá durante minhas férias, sempre voltava pra cá (Macapá). Mantinha contanto com amigos, colegas, professores. Em 83 fui avisado pela Mariângela Marinho (Mário) do concurso público de criação dos símbolos do “futuro” estado do Amapá. Participei com bandeira e escudo. Famigerado concurso, até hoje não resta vestígio algum do material concorrente. Continuei próximo do assunto e entre 85 e 86 fui "escolhido" a desenvolver os mesmos - bandeira e brasão. Era meu contato com a Secretaria de Cultura o Prof. Adeobaldo. A concepção não foi totalmente minha, houve muita conversação para chegarmos num consenso. Estes símbolos tiveram vida efêmera porque com a “chegada da era” Barcelos foi tudo “jogado fora”. Acredito até no descaso com os mesmos perante a referência histórica. Lamento.