quarta-feira, 16 de maio de 2012

A caricatura minimalista de Stanley Chow (VETOR)


Fazendo uma busca de personalidades para fazer caricaturas, deparei com um carinha com muita habilidade com desenhos vetorias e traço contido. Stanley Chow, jovem artista plástico britânico especializado em caricaturas de minimistas de personalidades (músicos, atletas, celebridades) e personagens de filmes e séries de TV.

 

Vetores e formas geométricas são características marcantes na obra do ilustrador, que nunca exagera nas formas, nem nos traços, preferindo usar poucos traços e uma paleta de cores vivas, dando prioridade à plasticidade da simplificação. A modificação da noção de exagero ao colocá-lo apenas como um meio a ser usado ou não. O exagero não é a finalidade – pelo menos não na obra de Stanley Chow.

Entre as obras do artista se destacam as múltiplas faces do personagem James Bond no cinema e a clássica imagem de David Bowie da capa do álbum Aladdin Sane de 1973, revisitada pelo artista de uma maneira extremamente colorida. 
        

A cor, por sinal, é um componente marcante nas obras do artista inglês, na maioria das vezes bastante vivas. E mesmo quando escolhe tonalidades mais escuras – como na caricatura do grupo U2 – as diferentes tonalidades não deixam a caricatura fugir da assinatura de Chow.
“Perseguindo” na procura encontrei outros tantos, mas posso destacar mais dois – Jag Nagra e Ceó Pontual.
Jag Nagra
Ceó Pontual

Gostei de todos, mais do Stanley Chow. E já procurei montar um trabalho próximo ao que ele realiza. 

Não é cópia, plágio ou imitação, até porquê cada um sempre tem um traço diferente.  



Só um trabalhinho “em cima” de uma foto que tenho do ex-Governador  amapaense João Alberto Capiberibe.
Gostei! Gostaram ?

segunda-feira, 14 de maio de 2012

João Alberto Capiberibe (AP)



Todo amapaense sabe quem é a figurinha, aliás, o figuraço. Mas como este blog é "universal" trata-se do ex-governador e Senador João Alberto Capiberibe (AP). Marido da Senadora Janete Capiberibe e pai do atual Governador Camilo Capiberibe.

domingo, 6 de maio de 2012

Como é bom "brincar" com a imagem 2

Depois daquela foto editada do meu primo Antonio JR, exponho um novo estudo agora de uma foto emprestada do blog do meu amigão João Lásaro (porta-retrato-ap.blogspot.com/). Do preto, branco e cinza, dei um colorido artificial. As cores podem estar superexpostas ou superlativas, sei lá, qualquer coisa assim. Observem a foto original em e a "simulada" colorida, legal ou não? Não demora muito tempo para produzir isso quando se tem o tempo suficiente. Eu ainda pequei em alguns detalhes como, por exemplo, contornar alguns entorno das figuras, mas foi tanto para experimentar procedimentos.



Por ser autodidata sempre procuro aprender com meus próprios erros e acertos. Ainda não é uma obra extremamente finalizada por edição, mas estou melhorando. É bacana trabalhar uma foto e notar sair do preto e branco para a cor. Legal. Estou trabalhando noutras fotos de ilustres amapaenses e aspectos de Macapá, sem esquecer meus traços e bicos-de-pena que me completam. Aos amigos deste blog, tão logo que domine bem a técnica lhes direi como fazer e indicarei os programas de computador que usei. Sabendo que um computador não substitui a mão humana, mas agente tenta, ilude-se, igual nossa vida...
 O de preto de óculos é o ex-governador Ivanhoé Gonçalves Martins, o "do meio" é o ex-Ministro Costa Cavalcante e o Engenheiro Clark Charles Platon.
                                                                                                   Aí Lásaro, mais uma pra nossa coleção.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Como é bom "brincar" com a imagem

Nota:
Peço-vos desculpas pela minha ausência, imposto por motivos diversos concomitantes, inclusive com meu acesso à ´net.Pensei até que perderia este espaço. Todavia estou de volta. Desculpem-me.
Sigo.

Como é bom "brincar" com a imagem. A foto abaixo, tênue, foi fornecida pelo meu primo JR.


Não gostei, digo, das cores mortas e da velhice da foto. Procurei retoca-la mas como meu tempo é exíguo tentei usar algum programa de computador para tal.
Acabei por usar diversos, alguns grandes, outros pequenos, para chegar ao resultado abaixo. 


Não ficou tão "finalizado" quanto pretendia mas me fez aluno destes programas e de editoração ou retocadores de foto e desenho (meu forte). Mas gostei do resultado. Vou aprimorar-me.


Pode-se ver três "carinhas" daquela época. Sentado na "lambreta" está o Nonato, filho do seu Lores (meu visinho da Mendonça Furtado, que trabalhava na imprensa oficial) ao lado, em pé frente à "combi" é o Antonio JR (meu primo, empresário do transporte de cargas, filho do tio Costa, gerente da ex-Moore-MC Cormak S/A com minha tia a Profra. Maria Cristina, esta que teve seu nome à uma Escola de Porto Grande) e por fim o Baiano (moreno, escorado na "lambreta"). Tudo isso em frente ao escritorio do despachante Negrão e da Casa Líbia (canto da Profra. Cora de Carvalho com Candido Mendes), d outro lado da rua fica o posto Texaco (hoje dos Alcolumbre).
Lega!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Nássara

Neste 11 de setembro, além do trágico ataque às torres gêmeas, também me veio o número [11], cabalístico.
Lembra-me [também] a polemica entre o dia do nascimento de Antonio (sem acento) Nássara, caricaturista-compositor carioca [depois adicionou Gabriel ao nome]. Enciclopedias dizem 11 de novembro de 1910 mais certo é que é 12 de novembro de 1909 que o próprio Nássara contrariou...
Seus desenhos mais parecem aqueles bonecos japoneses que nem a PUCA... Legendário compositor de dezenas de sucessos do carnaval do Rio antigo [compôs 232 músicas, especialmente sambas e marchas]. Há décadas quase surdo. Como desenhista fez charges, caricaturas e cartuns. Dizia que se preferia ser caricaturista e ex-programador visual de vários jornais cariocas – a músico. Mas raramente falava do seu trabalho gráfico preferindo os encontros no mundo musical.

Nássara, com pseudônimo de Luiz Antonio (1932), também escreveu o primeiro jingle feito no Brasil, num programa radiofônico chamado “Casé” de Ademar Casé, pernambucano, que viera ao Rio vencer na vida, o programa foi seu salto à frente e para cima, com suas próprias economias alugou um horário de domingo à noite, por 19 anos e depois associou-se a Assis Chateaubriand na criação da primeira emissora de televisão do Brasil. Sem dúvida, um homem pioneiro em tudo que fazia esse tal Ademar.
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Pai do arquiteto Paulo Casé, do diretor Geraldo Casé, do publicitário Maurício Casé e avô da atriz e apresentadora Regina Casé. Nássara escreveu um jingle para um português, Albino, dono de uma padaria muito famosa na época chamada Bragança, para servir como um dos patrocinadores do programa. O programa quase acabou não fosse o surgimento de dois patrocinadores de peso, Uma loja de eletrodomésticos da Av. Rio Branco, a R. F. Moreira; outro dos Laboratórios Queiroz de São Paulo. Aos dois a cultura brasileira agradece a continuidade do Programa Casé. Para o segundo patrocinador, fabricante do Mano Purgativo, Nássara também faria outro gingle de humor irreverente, uma sátira aos costumes.
A crônica da noiva enfezada merece estar entre as obras de Nássara. No quarto volume de sua História da caricatura no Brasil, Herman Lima dedica a Nássara 13 páginas do 13o capitulo: os modernos. Era, na verdade, funcionário como diagramador. Seus originais, tantas vezes retocados com guache branco, são em preto e branco, a nanquim (traçado a tira-linhas de desenho técnico). O atestado disso é todo o seu trabalho, fino desenhos com linhas grossíssimas e economia de elementos, - exigência para a publicação reduzida nas colunas de jornais (cerca 4 cm).
Morreu numa quarta-feira 11 de dezembro de 1996 aos 87 anos, dia do aniversário do amigo-parceiro Noel Rosa.
Com Iracema (sua esposa), por volta de 1950.

Ótima coletânea organizada por Loredano em 1986 (já difícil de encontrar) para entender o impacto da obra daquele que Millôr Fernandes definiu como “o Mondrian do portrait-charge”. Com vários desenhos de Nássara.

O pesquisador Carlos Didier é o mais recente a se debruçar sobre a vida e a carreira do artista, em “Nássara Passado a Limpo” (José Olympio Editora, 252 págs., R$ 35,00). Seu livro acrescenta informações e histórias a outros dois títulos, hoje só encontrados em sebos – “Nássara – O perfeito fazedor de artes”, de Isabel Lustosa, e “Nássara, desenhista”, de Cássio Loredano.

Diniz Botelho (dinizbotelho.blogspot.com)

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Dia dos Pais - Papai Diniz

Papai Diniz, hoje (120811) faria 95 anos, 5 semanas e 22 dias ou 34.871 dias de vida.

Foi professor e pai dedicado, aos estudos, trabalho, ao francês fluente (conversava com o M. La Rouge, aquele refugiado de guerra que andava numa bicicleta Pegeout), secretario do Colégio Amapaense (desde o tempo em que ainda era só uma "banda"), no tempo da Profa. Guita, inspetor Eulálio e Vavá. Gostava de pescar, jogar baralho (canastra) com o "Tio" Bené, com o Chico (Francisco Hermógenes Matos, marido de Profa Daise e Pai do Paulo Roberto [um dos meus "seguidores"] e do policial "Gariga" [morto por um colega, anos atrás], Uchôa entre outros amigos [vez por outra rasgavam o baralho, mas sempre tinham outro].
Quando nos deixou, fisicamente, tinha 79 anos [em Belém - Pará].
Saudades da esposa profa. Dinete, filhos Dr. Manoel Edmundo (Cássio, Edmundo Jr., Dinete Neta e Manuela); Profa. Francisca Denize (Adm. Marco Antonio Jr. e Dsg. Daniela); Profa. Sandra Regina (Erika); Diniz Filho (Angelo e Tulio) e Dr. Mário Rubens (em São Paulo). Sobrinhos [mais próximos] Elcione Colares (Iraçú); Antonio Jr. (Eliete); amigos igual ao Teodoro (Crea-AP) e colegas que ainda estão "por aquí".
Aos que ainda tem o seu PAI conosco meu humilde "FELIZ DIA DOS PAIS" e para os que já não os tem (Eu) fraternos abraços e pedidos de bênçãos.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

DENIT - 1

Esta charge é antiga, mas o tema é recente.

sábado, 6 de agosto de 2011

Planta Urbana da Cidade de Macapá


Entrando na semana que antecede o dia dos pais (140811) dedicarei a Ele, o meu [Profr. Diniz Botelho], levando algo do muito que fez e pouco conhecido por muitos. Hoje (060811) mostro uma ´planta´ da cidade de Macapá nos anos 80, feita, por Ele, em folha de papel quadriculado (5mm). É tipo croqui. Nada de mais senão pela simplicidade dos traços e no empenho de esquematizar o traçado da cidade.
Este desenho, pelo que se vê, tem 31 anos. Tentarei usá-lo, mais tarde, para outros afins.
Não deixa de ser um documento e bacana recordar. Sorte minha ou nossa de que o tenha preservado até hoje.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Desenho Indígena (devaneios pictóricos)


Em Macapá, lá pelos anos 78/79, houve um semana de arte que denominamos "SARPLACA", Semana de Artes Plásticas do Colégio Amapaense [fala profr Fernando Medeiros]. Apresentei um desenho a nanquim em papel-serigráfico com o nome de "A Morte de um Guerreiro".
Era um trabalho que, à época, desenvolvia com temas indígenas tipos "marajoaras" e afins. O que vemos aquí não é o "Guerreiro" [nas minhas muitas mudanças, o perdí para as traças], é outro desenho [sem nome] no mesmo tipo. Eram meus devaneios pictóricos inclusive criei uma "escrita" própria [aquilo acima à esquerda]. A minha "assinatura" artística ainda era outra (feinha).Tempos infindáveis!